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Menos manutenção e mais produtividade

Motores Well chegam ao setor sucroenergético como um aliado na redução dos custos de operação.

Houve um tempo em que a parada de produção no setor sucroenergético era quase obrigatória, devido ao período da entressafra da cana-de-açúcar. Entre uma colheita e outra, as usinas programavam o tempo “ocioso” para fazer a manutenção das máquinas.

Escrito por | Quinta, 23 Janeiro 2014 11:29 | Publicado em Artigos

Com a evolução da tecnologia, porém, esta rotina está mudando rapidamente. Apesar do período de safra continuar ditando o ritmo da indústria, grande parte das usinas trabalha com cogeração de energia, utilizando o bagaço da cana para produzir energia para consumo próprio e, muitas vezes, exportar o excedente. Com isto, o antigo período de entressafra está deixando de existir e as empresas passaram a buscar equipamentos que contribuam para minimizar o tempo de manutenção. A lógica é simples: quanto menor o tempo parado, menor o gasto com manutenção, maior a produtividade e a rentabilidade. Se a tudo isto se somar a eficiência energética, melhor ainda.

Desenvolvida para ser usada em ambientes em que a quantidade de intervenções e paradas devem ser menores, a linha de motores Well (WEG Extra Long Live) é feita sob medida para esta nova realidade e apresenta as especificações técnicas para atender o setor sucroenergético. A vida útil dos mancais pode chegar a 50 mil horas em acoplamento direto, mais que o dobro do habitual, que são cerca de 20 mil horas. Como os mancais são os componentes mecânicos de maior manutenção dentro do motor elétrico, este aumento da vida útil impacta diretamente na redução de paradas para manutenção. As graxeiras permitem facilidade na lubrificação dos rolamentos, a “placa de bornes” (onde os cabos são conectados e interligados) garante segurança na instalação e a pintura interna anticorrosiva proporciona uma proteção contra o acúmulo de umidade.

Usina Trapiche – tradição que se renova

Aos 76 anos de fundação e uma das mais tradicionais do País, a Usina Trapiche, em Pernambuco, investe continuamente na modernização dos processos e é uma referência no Nordeste. Hoje atua na produção de açúcar e etanol, e apresenta geração de energia elétrica auxiliar própria.

Parceira de longa data da WEG, que forneceu basicamente toda a solução para a eletrificação dos processos, a Trapiche instalou em agosto do ano passado 15 motores elétricos trifásicos da linha Well em seus processos industriais, como bombas, esteiras, ventiladores e exaustores das caldeiras. O gerente Industrial da Usina, Eduardo Mota Valença, explica que os motores de alto rendimento foram instalados em setores importantes onde não pode haver interrupção nos processos. O objetivo era o melhor uso da energia, com dimensionamento adequado de potência, sem sobra exagerada e com motor trabalhando com 85% da potência nominal. “Todos os motores entraram em operação em setembro de 2010 e estão trabalhando sem problemas e muito bem. No caso dos exaustores de caldeira, acionados por motores de 200cv e controlados por inversores de freqüência CFW11 WEG, tivemos uma melhor performance na caldeira pois foram eliminados os dampers que provocam perda de carga e gasto de energia quando a alimentação de combustível varia”, explica.

Na prática, as vantagens técnicas da aplicação da linha Well no setor se traduzem em reduções de paradas e menor custo de operação, aliados ao aumento no nível de eficiência energética de toda a planta.

“Este fornecimento representa mais uma quebra de paradigma dentro do segmento de usinas de açúcar e etanol, que no passado adquiria motores sem especialidades e acessórios. Após visitas realizadas a consultores e apresentações técnicas em usinas do nordeste, a linha de motores WELL já figura nas especificações técnicas de compra”, constata o engenheiro Marcos Hubner, da WEG.

Preparando-se para o futuro

A modernização dos processos integra a estratégia de crescimento da Usina Trapiche, que tem um plano de expansão para os próximos três anos. E as soluções WEG contribuem para isto. Em agosto de 2010, entrou em funcionamento o projeto fornecido pela WEG para a eletrificação de três ternos de moenda e a utilização de um único motor como sobressalente em duas posições no preparo da cana. Com isto, a empresa aumentou a moagem da cana sem sobrecarregar os demais equipamentos. “Assim, consegui mais capacidade mantendo a segurança”, ressalta Eduardo Mota Valença, Gerente Industrial da Trapiche. destacando que outra vantagem da parceria é a possibilidade de fazer o investimento aos poucos. “Estamos preparando a Trapiche para o futuro e a WEG permite que façamos isso gradativamente, sem deixar de ter retorno financeiro”, explica Eduardo Mota Valença, gerente Industrial da Trapiche.

 

Fonte: http://www.weg.net/

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